AS HISTÓRIAS

Tem muita gente por aí dizendo que Papai Noel não existe. Estão todos enganados. Papai Noel existe, sim. E o melhor: não é só em época de Natal. Ele está por todos os lugares e durante o ano inteiro, sempre disposto a ajudar quem mais precisa. Tá duvidando? Dá só uma olhada na porção de histórias de Papais Noéis

Dar amor sem esperar nada em troca.

O Voluntariado é uma transformação de vida.

Papai Noel existe - Unimed Cuiabá

PróUnim - Fazer o bem é possível

DEPOIMENTOS

Participei de um projeto da igreja, onde íamos ao abrigo de idosos a cada dois meses. Promovíamos o 'dia da beleza', com manicure e penteados. Depois começamos com crianças...

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Juliana Vieira de Almeida

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Há alguns anos me envolvi no trabalho de arrecadação de alimentos com os projetos da minha comunidade para doar às pessoas carentes, além da alimentação, uma palavra, um carinho, um abraço...

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Jeoselaine Paola

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Sempre trabalhei com gestão de pessoas e tive a oportunidade de ser convidada para me tornar coordenadora do voluntariado. Então, percebi que há muita gente interessada em ajudar...

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Cleuza Pereira da Silva

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Antes de começar a trabalhar na Unimed já conhecia os trabalhos do PróUnim através das matérias que são publicadas. Um dos fatores que me fez entrar na empresa foi saber que existia...

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Heber Pereira da Silva

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Comecei participando de ações sociais no Hospital de Câncer de Mato Grosso. Fiz curso de doula para atender gestantes voluntariamente e um dia tive a oportunidade de conhecer...

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Beatriz Gonçalves Caetano

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Sempre participei de ações voluntárias, isso me preenche, me emociona, me satisfaz, independente do lugar. Nesta etapa da minha vida, estou me dedicando aos pacientes com câncer, pois...

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Rosimeire Pereira de Souza Marques

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“Participei de um projeto da igreja, onde íamos ao abrigo de idosos a cada dois meses. Promovíamos o ‘dia da beleza’, com manicure e penteados. Depois começamos com crianças, meninos da Fundação Casa, instituição que cuida de adolescentes que não moram com a família. Ali promovemos evangelismo e brincadeiras. Também atuei em creches com o mesmo grupo. Quando entrei na Unimed Cuiabá fiquei sabendo do programa de voluntariado e mergulhei. Espero ser voluntariada pelo resto da minha vida. Quando realizamos as ações, nos doamos, também recebemos muito em troca. A satisfação de saber que ajudamos alguém é algo inexplicável”
“Há alguns anos me envolvi no trabalho de arrecadação de alimentos com os projetos da minha comunidade para doar às pessoas carentes, além da alimentação, uma palavra, um carinho, um abraço. Sempre tive vontade de ajudar os outros, é algo que sempre me despertou interesse. Dificilmente perco algum evento que envolve voluntariado. Comecei cedo a arrecadar e levar brinquedos, roupas, alimentos para esses projetos. Faço de tudo para dar o melhor e muitas vezes é preciso tirar do próprio bolso. Me formei em Pedagogia, que envolve um pouco desta disposição. Sinto-me útil por ajudar quem precisa. Quando se faz com amor, tudo é gratificante. ”
“Sempre trabalhei com gestão de pessoas e tive a oportunidade de ser convidada para me tornar coordenadora do voluntariado. Então, percebi que há muita gente interessada em ajudar o outro. São eles que me procuram, em busca de oportunidade, em busca de servir ao outro. O mais importante de tudo isso é doar abraço, doar amor. Neste universo do voluntariado pude perceber o quanto dependemos do outro e, muitas vezes, só percebemos quando nos deparamos com a necessidade. Sempre gostei de trabalhar com pessoas e hoje trabalho com vida. Gosto de servir ao outro, gosto do que faço, me encontrei.”
“Antes de começar a trabalhar na Unimed já conhecia os trabalhos do PróUnim através das matérias que são publicadas. Um dos fatores que me fez entrar na empresa foi saber que existia essa ação social e que um dia teria a oportunidade de participar. Logo que entrei fui comunicado que poderia ser voluntário. A receptividade ajudou muito, me senti outra pessoa sabendo que poderia participar. O primeiro lugar que tive oportunidade de ir foi o Lar do Idoso, em Várzea Grande. As pessoas têm que se conscientizar que isso ajuda a melhorar o mundo em que vivemos. Me sinto mais humano em poder ajudar outras pessoas carentes.”
“Comecei participando de ações sociais no Hospital de Câncer de Mato Grosso. Fiz curso de doula para atender gestantes voluntariamente e um dia tive a oportunidade de conhecer o PróUnim. Me tornei a Palhaça Borboleta. Me descobri de uma maneira incrível e especial, doar sentimento é fantástico. Trabalho com as crianças e percebo que as pessoas precisam de mais carinho, mais atenção. Na minha primeira apresentação uma criança me disse que estava com dor de barriga de fome e pude perceber o quanto elas se abrem quando estamos dispostos a dar amor. Doamos pouco e recebemos muito, ganho carinho e amor todos os dias quando decido amar e despertar o sonho dessas crianças.
“Sempre participei de ações voluntárias, isso me preenche, me emociona, me satisfaz, independente do lugar. Nesta etapa da minha vida, estou me dedicando aos pacientes com câncer, pois minha mãe morreu dessa doença e outras pessoas cuidaram dela. Decidi que tinha que agradecer a Deus aos que a ajudaram no momento em que não pude cuidar devido à distância. Desde a infância na escola, plantava árvores, recolhia brinquedos e roupas para levar nas creches. Estou sempre envolvida e motivada”.